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Correio da Manhã

Cultura
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NOS Alive em ebulição para três dias de som

The Cure, Ornatos Violeta e Banda Variações emocionaram festivaleiros com atuações superlativas.
Pedro Rodrigues Santos 12 de Julho de 2019 às 01:30
The Cure
The Cure
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
The Cure
The Cure
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
The Cure
The Cure
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros
Ornatos Violeta emocionaram festivaleiros

Não foi épico mas foi um concerto a roçar a perfeição. Os The Cure encerraram esta quinta-feira, com chave de ouro, o palco principal no regresso do grupo ao NOS Alive, já na sua 13ª edição.

O líder Robert Smith apresentou-se de cena de forma soberba, entregando-se de corpo e alma às canções que imortalizaram o grupo.

Ao longo de 2h15 de concerto, os The Cure desfilaram alguns dos enormes sucessos que compõem a sua carreira, sempre apoiados pela multidão que preencheu o Passeio Marítimo de Algés.

No ano em que celebram o 30º aniversário sobre a edição ‘Disintegration’, foram buscar cinco canções ao álbum – ‘Lullaby’, ‘Fascination Street’, ‘Lovesong’, ‘Last Dance’ e ‘Pictures of You’ – e outras quatro a ‘The Head on the Door’, com ‘A Night Like This’ e ‘Close to Me’ em destaque.

O povo bem queria que os The Cure continuassem a festa; afinal, tinham a noite toda para espraiarem outras canções para além dos clássicos ‘Just Like Heaven’, ‘A Forest’, ‘One Hundred Years’ e ‘Boy’s Don’t Cry’.

Faltaram ‘Killing an Arab’ e ‘10:15 Saturday Night’, os dois primeiros singles da carreira, que o grupo tocou na sua estreia no festival. E ficaram a dever aos fãs 1h15 de atuação em relação à passagem pelo Alive em 2012. Esse sim, foi um concerto épico.

Marcelo Rebelo de Sousa em versão 5G
O Presidente da República visitou quarta-feira o recinto do NOS Alive e não perdeu a oportunidade de testar em primeira mão uns óculos 3D suportados pelo 5G, naquela que é uma estreia desta tecnologia em festivais de música.

Através daquele dispositivo, é possível assistir, em tempo real, a vários concertos do palco Clubbing, através de um sistema integrado com uma câmara de 360º.

Marcelo Rebelo de Sousa experimentou os óculos, alheando-se de tudo o que o rodeava, embora ninguém estivesse a atuar.
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