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Correio da Manhã

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Guiadó assiste à partida simbólica de camiões com ajuda humanitária para a Venezuela

Presidente interino foi à Colômbia e subiu a camião para assinalar o momento.
Lusa 23 de Fevereiro de 2019 às 16:43
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária
Juan Guaidó em cima do camião com ajuda humanitária

O Presidente interino venezuelano, Juan Guaidó, assistiu este sábado, na fronteira com a Colômbia, à partida simbólica de camiões com ajuda humanitária para a Venezuela.

"A ajuda humanitária vai a caminho da Venezuela", afirmou Guiadó na fronteira em Cúcuta, Colômbia, cerca das 15h35 em Lisboa (11h35 na Venezuela), minutos antes de subir a um camião com ajuda, numa cerimónia transmitida em direto pelas televisões.

Ao lado de Guaidó, estava o Presidente colombiano, Ivan Duque, que antes formalizou a entrega dos camiões com a ajuda humanitária.

"Acaba de ser entregue a ajuda humanitária ao Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. Exigimos que seja permitida a sua entrada de forma pacífica em território venezuelano para quem dela necessita", afirmou Duque, ao lado de Guaidó, do lado colombiano da fronteira, junto à ponte de Tienditas.

Impedi-la "é um atentado contra os direitos humanos e poderia ser considerado um crime contra a humanidade", acrescentou.

Até às 16h20, não havia ainda informação de fontes independentes sobre a entrada em território venezuelano do comboio humanitário.

Nestas declarações, Juan Guaidó, que há um mês se autoproclamou Presidente interino, apelou às forças armadas do seu país a colocarem-se do "lado correto da história" e permitir a entrada do comboio de camiões.

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