Não conheço um cidadão ou empresário que nunca se tenha desesperado com a opressão mastodôntica da máquina burocrática do Estado português. Para tudo é obrigatório sempre mais um papel, mas qual papel? – perguntavam há anos os Gato Fedorento e continuamos nós hoje a perguntar, sempre que temos uma questão para resolver numa repartição de serviços públicos. Tenho sempre pena dos funcionários que estão do outro lado do balcão que, além de se verem eles próprios aos papéis para tentarem resolver os nossos problemas, ainda têm de levar com a nossa ira e a nossa má criação ditada pelo mais puro desespero. Um país que não consegue desenvencilhar-se do peso da burocracia nunca poderá ser um país desenvolvido, nem ter uma economia saudável, com empresas competitivas e cidadãos satisfeitos. A redundância de procedimentos, a lentidão das decisões públicas, o labirinto de licenciamentos e pareceres inúteis só atrasam o país e a vida das pessoas. O governo garante que vai simplificar processos e usar a tecnologia para decidir melhor e mais rápido. Para já, vai criar a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE). Espero que, a seguir, tenha o engenho para acabar de vez com a burocracia. Antes que ela acabe connosco.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
É importante que o país possa beneficiar de uma legislatura completa
Almirante entrou deliberadamente no terreno da baixa política.
A democracia funcionou e temos um primeiro-ministro focado no que verdadeiramente interessa.
Agentes da economia real mantiveram o país a funcionar quase a cem por cento.
Prestações do candidato até ao momento têm confirmado o que há muito já se suspeitava.
É de louvar o sentido de responsabilidade demonstrado por José Luís Carneiro.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos