Ultrapassadas as autárquicas e com os principais candidatos em campo, a corrida presidencial vai agora acelerar até 18 de janeiro, data prevista para as eleições. Corrida é uma boa palavra. Temos candidatos propensos a tropeçarem nos próprios pés, uns que correm em pistas paralelas, e outros que correm atrás do prejuízo… E depois, temos um único corredor de fundo, Luís Marques Mendes. O mais bem preparado, moderado e capacitado para criar os consensos que o país precisa. E, de longe, o mais experiente para a função de Presidente da República. Já se percebeu que Gouveia e Melo vai passar toda a campanha a acenar a bandeira de uma pretensa independência para se diferenciar dos seus adversários. Já o fez em relação a Marques Mendes – e, para quem se diz acima da política, deve dizer-se que o fez de forma bastante baixa e politiqueira. Mas o mais curioso e intrinsecamente contraditório nesta narrativa anti-partidos e de suposta independência de Gouveia e Melo é que ele escolheu como mandatário um ex-líder de um partido (que por acaso até é o meu). Ou seja, apesar do seu discurso, afunila para os partidos. Já Marques Mendes, que nunca renegou o seu passado político, escolheu para mandatário o independente Rui Moreira, abrindo a sua candidatura à sociedade. Dá que pensar, não dá?
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Marcelo foi um Presidente literalmente presente.
Luís Neves pode muito bem ser a pessoa certa no lugar certo no momento certo e no governo certo.
A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Fazemos parte de uma realidade muito mais lata e complexa.
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