A periclitante posição de João Galamba, preso apenas pelos finíssimos arames da “consciência” do primeiro-ministro, levou ontem um abalo destruidor com a tão aguardada audição do seu ex-adjunto Frederico Pinheiro, na comissão parlamentar de inquérito à TAP. Hoje é dia de contraditório por parte do ministro das Infraestruturas (depois de, já ontem, a sua chefe de gabinete ter tentado, sem sucesso, controlar os danos), mas após as revelações de enorme detalhe factual feitas pelo ex-adjunto, que praticamente deitam por terra toda a credibilidade que resta ao governo (e a dignidade, já agora), é difícil de imaginar que Galamba consiga manter-se à tona do escrutínio que o espera.
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É importante que o país possa beneficiar de uma legislatura completa
Almirante entrou deliberadamente no terreno da baixa política.
A democracia funcionou e temos um primeiro-ministro focado no que verdadeiramente interessa.
Agentes da economia real mantiveram o país a funcionar quase a cem por cento.
Prestações do candidato até ao momento têm confirmado o que há muito já se suspeitava.
É de louvar o sentido de responsabilidade demonstrado por José Luís Carneiro.
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