A periclitante posição de João Galamba, preso apenas pelos finíssimos arames da “consciência” do primeiro-ministro, levou ontem um abalo destruidor com a tão aguardada audição do seu ex-adjunto Frederico Pinheiro, na comissão parlamentar de inquérito à TAP. Hoje é dia de contraditório por parte do ministro das Infraestruturas (depois de, já ontem, a sua chefe de gabinete ter tentado, sem sucesso, controlar os danos), mas após as revelações de enorme detalhe factual feitas pelo ex-adjunto, que praticamente deitam por terra toda a credibilidade que resta ao governo (e a dignidade, já agora), é difícil de imaginar que Galamba consiga manter-se à tona do escrutínio que o espera.
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Marcelo foi um Presidente literalmente presente.
Luís Neves pode muito bem ser a pessoa certa no lugar certo no momento certo e no governo certo.
A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Fazemos parte de uma realidade muito mais lata e complexa.
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