“O elevador vinha a descer do Bairro Alto para os Restauradores.” A realidade concreta dá mais duches de água fria do que o mais sofisticado chuveiro. Quando se dá uma tragédia, sobretudo no centro da cidade que é centro do país, ela bate mais fundo. Já vai em 16 vítimas mortais, cada uma com a sua história, os seus familiares, o seu futuro. Em compensação, para quem acredita em milagres, há o bebé que foi logo abraçado por quem primeiro ali acorreu. Os cidadãos, nacionais e estrangeiros, que ali trabalhavam à volta. Das vítimas, o que se sabe também é que algumas são portuguesas, outras estrangeiras. E cabe fazer a pergunta: e agora?
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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