António José Seguro já ganhou. Os outros candidatos a Presidente da República podem arrumar os trapos. Podem até deixar de ser comentadores na TV, o que desde Marcelo era visto como a chave segura para chegar lá. Com o atual residente em Belém resultou. Tanto resultou que ele até se pôde permitir uma marotice cómica. Que, “para poupar dinheiro ao País nem iria fazer campanha”. Claro que, maus perdedores, os rivais resmungaram: “Pois, não precisa, fê-la durante dez anos com as suas preleções dominicais.”
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Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
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