A liberdade de expressão está ameaçada. Sempre que alguém critica grupos económicos poderosos sofre perseguições nos Tribunais. Ana Gomes, porque criticou os negócios menos claros de Mário Ferreira, teve de responder em tribunal. Eu próprio fui alvo de processos por parte da Galp, do grupo Lena ou até da Porto Editora. Ainda há actores na vida nacional que se acham intocáveis, herdeiros do espírito do “respeitinho” do tempo da ditadura. Perseguem judicialmente os que livremente exprimem as suas opiniões, instilam o medo e incentivam até a autocensura. Atenta a esta litigância retaliatória (SLAPP-strategic litigation against public participation), a Comissão Europeia estabeleceu uma Directiva anti-SLAPP, que o Estado português tarda em transpor para a legislação nacional. Mas deve fazê-lo e eliminar de vez o crime de difamação, forma de censura. Quem se sentir ofendido, use o “Direito de Resposta” ou faça um desmentido. Deixem o livre pensamento percorrer o seu caminho.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
De privado em privado, até à alienação a estrangeiros, Portugal perde assim de golpada um sector tão estratégico como o da energia.
Privatização de empresas públicas estratégicas tem tido resultados catastróficos.
Aqueles que chegam a um restaurante que confecciona uma especialidade formidável, mas - azar dos azares! - está repleto, não há mesa; ficam exasperados.
Conselho de Estado é uma espécie de corte de bajulação mútua.
Meu desejo para 2026 é que a Justiça consiga concluir os julgamentos “Operação Marquês” e caso “BES”.
Já há uma Lei que prevê a transparência generalizada e a divulgação do património dos políticos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos