O ‘apagão’ veio demonstrar que os objectivos estratégicos da REN (Redes Eléctricas Nacionais) não coincidem com os do interesse nacional. Pior, conclui-se que a REN gere o monopólio da distribuição de electricidade, consentindo que o sistema seja totalmente vulnerável e dependente da rede espanhola. Como chegámos aqui? A REN foi privatizada (mal) por Passos Coelho, tendo ficado como principal acionista a "State Grid Corporation of China", empresa pública chinesa. Desde então, sucessivas administrações entregaram chorudos lucros ao estado chinês. Enquanto isto, a REN pouco tem investido na segurança e resiliência da rede eléctrica. E nem sequer é devidamente regulada, o que resulta de ter por administradores políticos poderosos, como Rui Vilar ou José Luís Arnaud. Com algum controlo mínimo, sucederia o que ocorre nos caminhos de ferro britânicos que, entregues a privados, cumprem um mau serviço público e serão agora nacionalizados. Um bom exemplo, a seguir na REN.
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