O dr. Salazar, que era inteligente, matreiro e tinha aquela argúcia maldosa, achava que compreendia bem a natureza do seu rebanho, que ele imaginava destinado a gostar de coisas simples e da "normalidade" – traduzido por "viver habitualmente".
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O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
Achava que os rios eram interessantes consoante a temporada da lampreia ou da truta
Por sermos leais ao passado, não há escolha quando se trata de boa educação.
Era bom para peregrinos de Castro Laboreiro ou frades eremitas de Rendufe.
Não gostava de nêsperas e tinha um certo desprezo por legumes no prato, tratando-os como um apenso decorativo.
Os “portugueses de antigamente” tinham vícios muito contemporâneos e eram tão velhacos e tão impertinentes como os de hoje.
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