Este ano, e por duas vezes, as marés levaram parte do areal de Moledo e destruíram o seu emblema de há muitos anos – uma extensão suave sem arribas, uma crista de dunas onde se atrevem os borrelhos de coleira que vagueiam, aqui e ali, desde a foz do Minho, onde está (ou estava) a maior parte dos ninhos, entre choupos e freixos.
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Nestes tempos em que o assunto das televisões é a geopolítica, a presença do Tio Albano seria bem vinda.
A loiça mantém-se, mas o tom cerimonioso desapareceu.
Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me.
Tanto produzia catástrofes como pantomineiros.
A lareira só se acende nas vésperas do Natal.
Com um humor finíssimo e sem amargura.
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