A Tia Benedita, matriarca miguelista dos Homem, não apreciava o chá que bebia por aquelas xícaras holandesas da Companhia, que estiveram escondidas depois da revolução de 1974, a que a senhora não assistiu por ter morrido quatro anos antes com uma idade que desafiava a longevidade familiar.
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Nestes tempos em que o assunto das televisões é a geopolítica, a presença do Tio Albano seria bem vinda.
A loiça mantém-se, mas o tom cerimonioso desapareceu.
Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me.
Tanto produzia catástrofes como pantomineiros.
A lareira só se acende nas vésperas do Natal.
Com um humor finíssimo e sem amargura.
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