Ao entrarmos na era industrial do século passado, recordo ainda, o meu avô Alfredo estabeleceu que a maior obra de engenharia do seu tempo – e que garantiria todos os recordes até ao tempo dos seus netos – continuaria a ser a Linha do Douro, que ligaria o centro do Porto às escarpas portuguesas de Barca d’Alva, onde ficavam os seus limites profissionais, e à ponte que nos ligava a Fuente de San Esteban e ao regresso de Jacinto à Pátria, naquele saudoso ‘A Cidade e as Serras’. Os seus netos ainda conheceram a linha, os túneis, as pontes, os declives e os espelhos de água daquele rio – mas daí em diante houve um período (antes do turismo e da reabertura das bolsas) em que tudo entrou em decadência pela província fora, incluindo os comboios. De cada vez que passa um comboio em Moledo ainda suponho que se trata de um milagre, e garantem-me que é.
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