O ministro Pedro Nuno Santos designou o sócio da TAP, o Sr. Humberto Pedrosa, como um "empresário patriota". O adjetivo comove-me, deixa-me à beira de uma explosão de melancolia, fado, sardinha assada, redondilhas de Bernardim, o hino cantado em coro. Samuel Johnson, há 400 anos, com aquele exagero notório, dizia que o patriotismo era "o último refúgio de um biltre".
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