Peguei no livro e, em poucas horas, depenei-o. Porque se trata de depená-lo, folheá-lo, lê-lo, aproveitá-lo. Não é uma história de Espanha a não ser pelo facto de se chamar ‘Uma História de Espanha’ (publicado pela Asa) – mas, contando-nos a história de Espanha, fá-lo pela voz oral de Arturo Pérez-Reverte, o amável, ácido e fantástico autor de ‘O Clube Dumas’, ‘O Pinto de Batalhas’, ‘A Rainha do Sul’, ou as séries do capitão Alatriste ou do espião Falcó.
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Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
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