Nenhum dos bons militantes se colou ao chão de uma avenida, ou apedrejou uma embaixada da República Islâmica do Irão, ou atirou legumes a uma imagem de Ali Hosseini Khamenei, ou ocupou sequer um jardinzinho diante de qualquer representação diplomática iraniana, ou queimou uma bandeira do Irão – a execução de Mohsen Shekari, 23 anos, empregado de café em Teerão, foi a 8 de dezembro, na passada quinta-feira, dois meses e meio depois de ter sido preso.
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