Compreendo a reação contra Israel e Netanyahu, que deve ser corrido, mas gosto de ver colaboracionistas, simpatizantes de nazis (a Irlanda, como Portugal, fez luto por Hitler), anti-semitas que há muito desejam reconhecer um governo do Hamas, os talibãs da região. A número dois de Madrid, Yolanda Díaz, tola contumaz, repete o refrão ‘do rio até ao mar’ como uma barbie esquerdista que não sabe de que rio ou mar se trata. O leitor corajoso pode ver o filme em que se mostram os raptos, assassinatos e violações festejados pelo Hamas a 7 de outubro. Está na net, foi produzido pelos próprios algozes e mostra alguns dos rostos que participaram nos raptos e mutilações (cerca de 1600 funcionários da ONU fazem parte do gangue que ainda mantém reféns). Não é por acaso que o tio de Arafat, Al-Husseini, ‘mufti’ de Jerusalém, foi pedir a Hitler, em 1941, para aplicar ali a ‘solução final’ (além de Hitler, falou com Eichmann e Himmler, um querido) e eliminar os judeus. É esta gente que os ‘pró-palestinianos’ andam a defender.
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