Passam amanhã 80 anos sobre o dia em que a Gestapo prendeu Anne Frank e a enviou, dias depois, para o campo de concentração de Westerbork, posteriormente para Auschwitz – e, finalmente, para Bergen-Belsen, onde morreu. A nossa civilização mudou desde 1945, quando foi revelada ao mundo a face monstruosa do nazismo e da eliminação programada e fria de pessoas – por serem judeus. Dos reféns que o Hamas capturou a 7 de outubro há ainda uma centena em Gaza, e acredita-se que um terço deles tenha sido executado – de forma programada e fria, como se comprovou recentemente com a descoberta de seis cadáveres nos túneis de Rafah. O ataque foi o mais grave desde 1944. Em julho, os apoiantes do Hamas vandalizaram a estátua de Anne Frank em Amesterdão e, por toda a Europa, assinalaram casas onde vivem judeus, um processo idêntico ao dos nazis na Alemanha. Só isso já justificava plenamente a existência de Israel como lugar de refúgio para a memória de Anne Frank.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos