Vivi parte da minha vida com Espanha – os livros, a pintura, a língua, a comida, a graça, um país altivo e livre. Não sou metediço, como muitos amigos que, por motivos políticos, falam de nacionalidades diferentes no outro lado da fronteira – são espanhóis, basta-me; o resto é assunto ‘muy suyo’, mas o nacionalismo militante parece-me muito vizinho da tropa fascista com quem o governo do PSOE se associa para se manter na Moncloa. Cresci praticamente bilingue, com gosto pela velha Espanha. Por isso, estranho muito que a imprensa não mencione a balbúrdia em que anda a nova Espanha que parece assaltada por todo o género de valdevinos machistas, frequentadores e empresários de bordéis, bufões, um primeiro-ministro que gasta 50 mil euros em maquilhagem, gente que não se comporta. Diante disto, fico praticamente monárquico. Alguém deve ter demolido aquele país monumental, de alcoóis supinos, de capa e escopeta, substituindo-o por esta merdice de mentirosos contumazes e progressistas de pacotilha, de plástico e alforreca.
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