Passam hoje 640 anos sobre a tarde em que uma meia dúzia de peralvilhos capitaneados por D. João I, um rei recente, e por Nuno Álvares Pereira – além de 600 ingleses, ah, velha aliança! –, puseram em debandada as tropas de Castela e dos Trastâmaras (e de cavalaria francesa, já agora). A batalha de Aljubarrota (há uma discussão sobre o local, em Calvaria de Cima) faz parte da nossa história, do nosso imaginário, dos nossos meses de agosto – e das nossas picardias com Espanha. Festejemos. Como vivi junto da fronteira durante anos, comecei cedo a falar espanhol e tive uma admiração vadia por Filipe II. Lá, comprávamos jeans, Coca Cola (proibida aqui) e a ‘Playboy’, além de outras utilidades. Além disso, havia arte, universidades, estilo de vida – tudo melhor do que aqui. Exceto no 1.º de Dezembro e no dia de Aljubarrota, evidentemente. Os nossos vizinhos hoje são um albergue de gente zangada e à traulitada. Tenho saudades daquele país orgulhoso e cheio de vida que se chamava Espanha. Entretanto, tomem lá Aljubarrota.
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