Depois de 14 anos concluídos com um merecido desastre eleitoral do partido Conservador, as sondagens inglesas colocam-nos à frente dos trabalhistas (Keir Starmer é primeiro-ministro há apenas sete meses). A quem se deve isto? Aos trabalhistas, claro, mas sobretudo a Kemi Badenoch, 46 anos, líder conservadora, negra, filha de pais nigerianos (pai médico e editor na Nigéria, mãe professora na universidade em Lagos), formada em engenharia informática e em direito no Reino Unido, percurso atípico de ‘classe trabalhadora’ (desde o MacDonalds à banca passando pela ‘Spectator’). É maravilhoso vê-la em debate com Starmer, enervando-o – e cativando o eleitorado de centro e centro-direita com ideias sérias. Há um ano, ninguém imaginaria que Kemi, com os seus dois dentes separados e o cabelo com trancinhas ‘afro’, fã de Scruton e Sowell, durasse muito tempo à frente do partido ‘tory’ – mas ela converteu-se no antídoto contra os fantasmas, tanto da velha direita como do folclore woke esquerdista. Seria um prazer vê-la como PM.
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