page view
Carlos Anjos

Carlos Anjos

Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de Crimes

Não ao extremismo

22 de janeiro de 2026 às 00:30

Em junho de 2025, numa operação contra o extremismo, a PJ deteve seis indivíduos do Movimento Armilar Lusitano, suspeitos dos crimes de incitamento ao ódio e à violência contra imigrantes e refugiados. Sete meses depois, a mesma PJ leva a cabo a Operação Irmandade, que visou o Grupo 1143, grupo que queria levar a cabo uma “guerra racial” em Portugal. Esta organização, de cariz neonazi, aparentemente preparava levar a cabo em fevereiro a divulgação de vídeos e cartazes com palavras difamatórias do Profeta Maomé. O objetivo era provocar reações negativas e violentas na comunidade muçulmana, a qual, sentindo-se ofendida, poderia retaliar. Na sequência dessa retaliação, o grupo sentir-se-ia legitimado a iniciar uma guerra civilizacional contra a comunidade muçulmana, exigindo a sua saída do país. Mais uma vez, andou bem a PJ mostrando ao país que está atenta a monitorizar este tipo de organizações e que para ela, não existe violência de esquerda ou de direita. Existe apenas violência, e que todos os comportamentos que ponham em causa os direitos consagrados na constituição, têm de ser prontamente combatidos. Não pode haver espaço em Portugal para comportamentos extremistas, racistas, misóginos e subversivos. É assim que se combate o crime e que se contribui para a segurança nacional.   

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Gang do Rolex

Tem de atuar depressa para evitar um sentimento de insegurança.

Crime com fé

Afinal, até no mundo do crime parece haver quem tenha carinho especial pelo primeiro mandamento.

O Correio da Manhã para quem quer MAIS

Icon sem limites

Sem
Limites

Icon Sem pop ups

Sem
POP-UPS

icon ofertas e descontos

Ofertas e
Descontos

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8