O primeiro-ministro do Canadá Mark Carney fez esta semana em Davos um discurso muito claro, dizendo sem medos, o que todos na Europa vão sussurrando, que: “ (…) vivemos numa era de rivalidade entre grandes potências, que a ordem mundial sustentada por regras está a desvanecer-se . Continuou dizendo que: “A velha ordem não vai voltar. Não devemos lamentá-la. Nostalgia não é uma estratégia.” Hoje o mundo entende melhor o que significa a trilogia do poder e força no sistema internacional, sintetizada nas premissas da segurança geoestratégica, do controlo das riquezas energéticas e minerais e mesmo no domínio ou conquista de territórios e espaços de influência. Na nova ordem está lá tudo. Da Ucrânia à Venezuela, de Gaza ao Irão e Síria, do “degelo ameaçador na Gronelândia” à reação europeia, das ameaças russas às intenções chinesas, do petróleo a outras tantas riquezas minerais. O Presidente dos EUA fez de Davos o seu palco de magia geopolítica. Desta vez nasceu um Conselho de Paz, e escondeu a ONU, que também por artes e culpas próprias, deixou de se ver. Faltava em boa verdade, na geopolítica, a figura “do mágico dos paradoxos” que tudo faz aparecer e desaparecer. Num ápice tarifário!
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Donald Trump fez de Davos o seu palco de magia geopolítica.
Tanto a Rússia como os EUA, precisam da Europa. E muito!
Estamos a viver um tempo internacional algo sombrio.
O modelo da Rússia expansionista e da Europa não são compagináveis.
O poder nunca tem tempo e está sempre à esquina de um 'like'.
Os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, podem estenderem-se a outros Estados vizinhos? Sim.
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