Muito provavelmente o ano de 2026 não será diferente de tantos outros. Não sabemos, em boa verdade, mas também não importa adivinhar. Deixemos, por agora, em tempos de novo ano, os cenários ilustrativos dos conflitos e dos acordos, que possam acontecer no domínio da geopolítica. Em 2014, Moisés Naím falava sobre “O fim do poder”. Argumentava ele que: “No século XXI, é mais fácil obter o poder, mas mais difícil usá-lo – e é mais fácil perdê-lo… e que a decadência do poder está a transformar o mundo”. O cenário de que o poder está a “tornar-se mais fraco e vulnerável” é sem dúvida uma tese arrojada. Toda esta perceção, carece de um contraditório apurado e realista da política internacional e dos acontecimentos no Mundo, e que nos envolveram neste ano, dia após dia. O poder, tal como para todos nós, nunca tem tempo e está sempre à esquina de um 'like'! Seja como for, a necessidade de encontrar soluções e compromissos para os problemas do sistema internacional, continuará a ser sempre uma realidade objetiva. A capacidade de ter poder e utilizá-lo na construção de renovados modelos de paz e de interação entre Estados e povos, é sempre um caminho muito plausível. Feliz 2026.
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