Vivemos semanas agitadas. Os dias traduzem a constância do sobressalto. Somos confrontados com a complexidade e a ferocidade das disputas globais ao tempo exato da sua ocorrência, fruto das modernas tecnologias de informação. Os cenários geopolíticos deixam de o ser, misturando o presente com o futuro ficcionado. Tão depressa a Gronelândia assume a prioridade do momento internacional, como deixou de se ouvir falar. Um pouco como a Venezuela, a Síria, a Nigéria ou o Conselho da Paz. Por agora temos o Irão. Para trás parece ficar a Ucrânia, de negociação em negociação, com e sem garantias de segurança, de que todos falam e ninguém as assume. O Tratado 'New START' entre os EUA e a Rússia, que colocava limites às armas nucleares estratégicas, expirou 'sem piedade' no dia 5 de fevereiro. A Europa da autonomia estratégica, continua o seu caminho, ou seja, sem rumo e estratégia e mesmo sem liderança. Aguarda pelo fim da guerra na Ucrânia, para perceber a realidade da nova arquitetura de segurança e defesa no continente. Alexander Stubb, Presidente da Finlândia, fala da “Última chance do Ocidente” e de “como construir a nova ordem global, antes que seja demasiado tarde”. Ideias não faltam!
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