A primavera que se aproxima promete ser um tempo de escolhas para muitos dos caminhos da política internacional. As expectativas do mundo estão hoje muito centradas nas posturas políticas dos EUA e em particular do seu Presidente. Para os EUA existe no imediato um triângulo geoestratégico a resolver que condiciona os seus interesses económicos, comerciais e a própria ação política nas relações internacionais. São eles: a guerra na Ucrânia, Gaza e o Irão, assim como as relações e os entendimentos bilaterais com a Rússia e a China. Todos eles assumem prioridade própria nesta primavera de escolhas. A resolução da guerra na Europa tem marcado passo e exige agora a materialização de um fim que garanta a segurança e defesa do espaço europeu e a proteção da Ucrânia. As questões do Irão e de Gaza estão na verdade intimamente ligadas. O elemento central nesta disputa é o Estado de Israel e a sua segurança. O Conselho de Paz protagonizado por Donald Trump é um novo e estranho elemento na complexa diplomacia internacional, mas se obtiver resultados visíveis no campo da paz, tudo será reequacionado na atual ordem internacional. Mesmo se atentamente observado do lado chinês e russo
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A resolução da guerra na Europa tem marcado passo.
Para trás parece ficar a Ucrânia, de negociação em negociação.
Ganha projeção uma ordem multipolar de contenção
Donald Trump fez de Davos o seu palco de magia geopolítica.
Tanto a Rússia como os EUA, precisam da Europa. E muito!
Estamos a viver um tempo internacional algo sombrio.
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