A ânsia expansionista da Federação Russa sobre a Ucrânia, tem e terá consequências para o futuro da Europa, e para todos nós. A próxima década terá a marca desta realidade. Para já, predominam as dúvidas, a incerteza e o pessimismo. Como terminará a guerra? Vladimir Putin ambiciona todos os prémios de um jogo que viciou desde o início. Com quem e como serão negociadas as garantias de segurança para a Ucrânia? Onde e com quem será realizada a próxima cimeira para a paz? Quem mais ganhará e quem perderá neste acordo de paz, que se antevê politicamente mais abrangente, mas também mais cruel para os interesses da Ucrânia e dos próprios Estados Europeus? Tudo isto vai estando no ar, ao livre arbítrio dos interesses geopolíticos que se agitam nestes momentos. A autonomia estratégica europeia é ainda o desígnio de alguma Europa? Com toda esta envolvente de conflitos e guerra, em tempos de claro domínio político e estratégico de Donald Trump, a Europa caminhará para uma maior autonomia política, económica e militar em relação aos EUA? São estes e outros caminhos, na verdade, a escolha do possível, para o outono geopolítico que se avizinha!
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
O respeito pelo Direito Internacional é ir ao encontro da segurança.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos