Nos últimos cinco anos, cerca de quatro mil médicos deixaram Portugal. Este número traduz uma perda significativa de capital humano e científico. É, pois, imperativo criar condições para que possam regressar e contribuírem para a indispensável revitalização do Serviço Nacional de Saúde.
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A saúde tornou-se um bem condicionado pelo rendimento.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
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