Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA Caixa Geral de Depósitos é demasiado importante para ser protagonista de novelas. Em vez de garantir que não há Plano B, isto é, a escolha de outra administração para substituir a de António Domingues, que em caso de birra pode bater com a porta, o Governo devia estar focado no Plano C, de Caixa.
Já que os contribuintes são chamados a tão grande esforço na capitalização do banco público, é fundamental que a gestão esteja focada neste período crítico em consolidar a sustentabilidade do banco português mais importante. As leis são para cumprir.
O País e a Banca precisam de mais transparência. Mesmo a Banca privada que necessite de ajudas públicas deve estar sujeita à mesma legislação que se aplica a cargos públicos. Porque nenhuma instituição pode reclamar ajuda pública para tapar buracos milionários e simultaneamente usar o guarda-chuva privado para o que interessar aos banqueiros.
Só os verdadeiros acionistas, os contribuintes, é que não têm culpa nesta novela. O Governo ainda não soube gerir este caso.
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