Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoPortugal tornou-se um gigantesco palco de teatro do absurdo. Por vezes trágico, muitas vezes grotesco. E quem manda no Estado tem elevada responsabilidade nessa dramaturgia, pela incúria com que trata os assuntos.
Há um traço comum entre as tragédias de Pedrógão, os incêndios das Beiras, a anedota sem consequências políticas do assalto a Tancos, o surto de legionella mortal num hospital de Lisboa e os jantares de gala no Panteão. Quem manda não cumpre o seu papel, não prevê, nem cuida.
O caso do jantar revela uma mercantilização absurda deste Estado que ainda por cima está entregue a gente que é capaz de matar os pais para ser convidada para o baile dos órfãos.
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