Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA mais recente entrevista de Ricardo Espírito Santo Salgado não passa de uma tentativa de branqueamento de imagem de um banqueiro que foi o homem mais poderoso deste país.
Culpar as autoridades pela resolução do banco é o mesmo que um automobilista que se despista a 200 quilómetros à hora, culpar a polícia por o não ter travado quando ultrapassou os 120 km.
O grupo que era o mais importante do país contava como ativo mais valioso o nome. Mas tinha pés de barro e uma gestão incompetente e amadora.
Ricardo Salgado e outros gestores do BES cometeram um crime muito grave ao vender gato por lebre a clientes fiéis, que confiaram na reputação de um nome.
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