Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA entrada dos chineses da Fosun no BCP é mais um momento simbólico.
Nos anos 90 era improvável prever este destino ao poderoso banco fundado por Jardim Gonçalves. Já não há banqueiros portugueses, há gestores bancários, várias dúzias deles com salários milionários, mas o poder de decisão não mora cá.
Está em Xangai, Luanda, Madrid e Barcelona. A hemorragia bancária e o controle das empresas relevantes das privatizações por estrangeiros é uma tragédia. Nada ficou, porque o País nem tem poupança, nem grupos empresariais com músculo financeiro. Alguns juraram eterno amor à pátria, mas venderam na primeira oportunidade de mais-valias.
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