Há duas semanas, o CM deu nota da falta de meios da Proteção Civil para travar os incêndios. Escrevi nesta coluna que o País estava numa guerra e que, já naquela altura (1 de agosto), precisávamos de ajuda internacional. O Governo declarou no dia seguinte o estado de alerta e passou a gerir a crise com a barriga. Renovou o alerta duas vezes. O PM referiu anteontem que ainda faltavam critérios para o País acionar o mecanismo de ajuda. Ontem morreu Carlos Dâmaso, a combater as chamas. Soube-se depois que foi acionado o pedido de ajuda além-fronteiras. Era este o critério que faltava? A gestão desta tragédia é indecorosa, omissa, negligente, incompetente. O Ministério Público acusou e levou a julgamento comandantes de bombeiros dos fogos de 2017, por eventos menos imprevisíveis. E agora?
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Como dizer à Srª Ministra que parir dentro de uma ambulância deve ser exceção e não normalidade!
Ensinar exige preparação, responsabilidade e rigor — não atalhos.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Não há vento favorável para quem não sabe para onde vai.
Todos devem ter a possibilidade de aprender o mesmo.
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