A forma como os agentes do Estado atuaram à passagem e consequências da tempestade ‘Kristin’, que devastou o Centro do País, bem como a ligeireza e negligência como o Governo de Luís Montenegro a encarou num primeiro momento (longas 24 horas), foi desgraçadamente mau. Ontem Luís Montenegro correu atrás do prejuízo, com comunicação assertiva e mobilizadora, mas já não vai a tempo de remediar aquilo que é uma evidência: voltou a falhar na ação e reação por falta de competência. O primeiro ministro diz, agora, que o “Estado não tem tempo a perder”, mas esqueceu-se que após os incêndios de 2025, em que assumiu o falhanço na prevenção e combate às chamas, garantiu que o Governo faria a reforma da Proteção Civil até ao último dia de dezembro. Não aconteceu, falhou. Em meados de novembro, em Alcobaça, reafirmou aos bombeiros reunidos em congresso a criação de um comando operacional na reorganização da Proteção Civil. Alguém sabe dele? A quatro meses da entrada em ação do efetivo do combate aos incêndios de 2026 tudo é uma incógnita. Não teve tempo para executar a reforma, por que motivo? A floresta desenvolve-se no inverno e com muita manta morta concentrada em zonas afetadas pelos ventos ciclónicos, é de prever o pior.
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Como dizer à Srª Ministra que parir dentro de uma ambulância deve ser exceção e não normalidade!
Ensinar exige preparação, responsabilidade e rigor — não atalhos.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Não há vento favorável para quem não sabe para onde vai.
Todos devem ter a possibilidade de aprender o mesmo.
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