Na hora da despedida do Euro 2024, mais uma prova em que a Seleção primou por nos fazer sofrer mi- nuto após minuto, em que cada jogo se revelou impróprio para cardíacos - ontem Portugal merecia uma vitória, mas acabou condenado na sempre injusta lotaria dos penáltis -, é merecida a homenagem aos milhares de portugueses que passaram pelos estádios alemães para prestar apoio aos bravos jogadores lusos. Eles que, como nunca antes me lembro de ter acontecido numa grande competição em que Portugal tenha participado (exceção feita ao Europeu de há 20 anos, como é natural), deram um colorido muito especial às bancadas, com uma vibração e uma coesão poucas vezes vista. Isso foi visível e audível nos estádios, mas também nas transmissões de TV e dezenas de vídeos que circularam nas redes sociais. Se há alguém que não pode ser culpado por Portugal ter falhado o objetivo é o seu 12.º jogador.
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Como dizer à Srª Ministra que parir dentro de uma ambulância deve ser exceção e não normalidade!
Ensinar exige preparação, responsabilidade e rigor — não atalhos.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Não há vento favorável para quem não sabe para onde vai.
Todos devem ter a possibilidade de aprender o mesmo.
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