O Parlamento prepara-se para celebrar os 50 anos do 25 de Novembro – e logo se levantam vozes aparentemente “moderadas” que denunciam a data como “polémica” e “divisiva”. Vozes socialistas, claro – da extrema-esquerda ninguém espera milagres.
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Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Avaliação deve depender da qualidade das ideias, da capacidade de resposta aos desafios e da ousadia das escolhas.
Até que ponto Portugal deve fazer sacríficos pela defesa da Ucrânia?
Estas eleições presidenciais são históricas por várias razões.
Não existe violência de esquerda ou de direita. Existe apenas violência.
Estão todos com saudades de uma ‘frente popular’, coitados.
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