A sessão solene do 25 de Abril deixou marcas impressivas sobre os dias que vivemos na política. O PR protagonizou um excelente discurso, com a pedagogia certa, simples, direta, sobre o significado simbólico e prático de Abril de 1974 na vida de todos nós. Mostrou também a sua sensibilidade sobre temas essenciais para defender a democracia, como o combate à corrupção e a luta contra a opacidade do financiamento partidário. Foi direto na afirmação de que uma verdadeira democracia não é compaginável com financiamentos secretos. Fez, por fim, um contraste com os discursos populistas de Ventura e de Aguiar-Branco. Este, em particular, simbolizou a retórica batida, de casta, contra políticas de integridade, ética e transparência, como se fossem mecanismos assessórios, impeditivos da valorização da política. Esteve muito bem Pedro Delgado Alves, que soube interpretar a lamentável delicadeza do momento, virando as costas simbolicamente a um palanque de onde saía uma diatribe populista, de desvalorização do trabalho da AR e do regime democrático na sua própria defesa. Ontem, percebeu-se bem o que uns e outros representam. E Seguro mostrou estar do lado certo da história e da democracia, à altura plena de tudo o que o 25 de Abril também representa para a salubridade do sistema político.
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