Alexei Navalny, pensemos nele: opositor de Putin, foi envenenado, detido arbitrariamente, enviado para cativeiro depois de um julgamento fantoche, isolado e, finalmente, dado como "perdido" no sistema prisional russo até ser descoberto, "transferido" para uma colónia penal no Ártico, que a URSS já usava. Há hábitos que não se perdem. A história é antiga e talvez a sonsice prescreva, mas, quando foi perguntada pelo CM sobre os horrores do ‘gulag’ soviético e os presos políticos, a então deputada comunista Rita Rato, licenciada em Relações Internacionais, admitiu "que possa ter acontecido essa experiência", mas não podia adiantar mais porque "nunca tinha estudado nem lido nada sobre isso". A Câmara de Lisboa, que na época tinha boa relação com as autoridades russas - a quem fornecia dados sobre opositores do regime -, aceitou-a como diretora do Museu do Aljube, dedicado aos presos políticos portugueses. Como fica no cargo até 2026, poderá entretanto estudar o ‘gulag’, na companhia dos seus camaradas.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Tempestades: mais tarde ou mais cedo voltaremos a situações semelhantes.
No futebol mantém-se a lógica de quema acha que pode, quer e manda.
A ideia de que o povo está farto de eleições é um chavão das elites de Lisboa.
O PS é um partido anquilosado. E Carneiro é melhor meter-se ao caminho por si só.
Camilo viajou por todo o mundo nas suas páginas, redesenhou Portugal consoante a imaginação de um romancista impenitente e com um mapa na cabeça, cheio de episódios, evocações e personagens.
O Governo tem de alterar esse Estado falhado que se mostra depois de cada tragédia.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos