No meio das guerras entre Belém e S. Bento, passou sem grande alarde uma estátua de homenagem a Vasco Gonçalves. Encomendada pela Associação Conquistas de Abril e idealizada por Álvaro Siza, a estátua representa uma figura humana, saída do jogo Minecraft, com os braços apontados ao céu. É, numa interpretação possível, uma imagem de desespero e horror, em perfeita sintonia com a tentativa frustrada da extrema-esquerda em conduzir Portugal para o tipo de ‘democracia popular’ que fazia sucesso, à época, do outro lado da Cortina de Ferro.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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