No meio das guerras entre Belém e S. Bento, passou sem grande alarde uma estátua de homenagem a Vasco Gonçalves. Encomendada pela Associação Conquistas de Abril e idealizada por Álvaro Siza, a estátua representa uma figura humana, saída do jogo Minecraft, com os braços apontados ao céu. É, numa interpretação possível, uma imagem de desespero e horror, em perfeita sintonia com a tentativa frustrada da extrema-esquerda em conduzir Portugal para o tipo de ‘democracia popular’ que fazia sucesso, à época, do outro lado da Cortina de Ferro.
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Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
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