Vou contar uma história. O filho do rei, comovido com o caso de duas crianças doentes, enviou uma mensagem ao pai a pedir ajuda. O rei, generoso e inconsciente, encaminhou a mensagem para os seus servidores. Os servidores foram bater à porta dos ministros e os ministros, impressionados com as demandas do castelo, trataram de chamar os melhores feiticeiros. Era imperioso aquecer o caldeirão e usar as mais raras poções para curar as enfermas. ‘É preciso agradar ao rei!’, ouvia-se na chancelaria.
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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