Cavaco Silva costuma ajudar o PSD. Desta vez, nem por isso. Há duas semanas, em artigo grave, sugeriu eleições antecipadas para desbloquear o país. ‘Olhe que não’, disse ele agora, corrigindo o correctivo. Não insisto. Excepto para dizer que falar em eleições antecipadas não interessa a ninguém: ao governo, que governa; e à oposição, que vê o governo a governar. Os acordos com os professores, com os polícias, com os guardas prisionais vão criando a ideia de que algo mexe. Desfazer isto tem um preço para todos.
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Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
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