A morte de Isabel II não parou apenas o Reino Unido. Parou o mundo. Porquê? Sim, o reinado foi invulgarmente longo; e persiste ainda em muitos republicanos um fascínio inconfessável pelas coisas da realeza. Mas a atenção global é fruto de uma inveja surda e magoada. Nos inquéritos da praxe, os eleitorados nunca têm grande opinião da ‘classe política’. A tribo é pintada, justa ou injustamente, com as cores do narcisismo, da incompetência e da venalidade. Quando muito, aplaudimos apenas o nosso soba contra o soba do vizinho – mas nem sobre ele temos grandes ilusões.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
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Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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