Estive uma única vez com Catarina Martins. Achei-a simpaticíssima. Não admira: em 2015 e 2019, quando se apresentou a eleições, foi precisamente essa simpatia que o povo premiou, sem prestar grande atenção aos delírios do partido. Em 2022, com a queda do governo e a concentração do voto útil no PS, a simpatia já não chegou.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos