Os desarranjos governamentais são como as drogas: é preciso ir aumentando a dose para obter o mesmo efeito. O que era grave ontem, não é hoje; o que é grave hoje, não será amanhã. Em 2004, quando Jorge Sampaio acabou com o governo de Santana Lopes, fê-lo por causa de ‘episódios’ como as críticas de um secretário de Estado do Desporto ao primeiro-ministro.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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