António Costa foi apanhado com a mão na caixa de esmolas dos pensionistas. Mas o funeral político que já lhe fazem é manifestamente exagerado. Para o grosso da população, a psicologia vem antes da economia. E, nesse mundo, falar de ‘antecipações de reforma’, ‘actualizações automáticas’, ‘novas bases de cálculo’ e outros conceitos bárbaros não comove nenhum cristão. O que comove é, a poucos meses do Natal, ter mais algum dinheiro no bolso. O que comove é, a partir de Janeiro, ter um aumento qualquer. O que comove é, a partir de 2024, ter outro. E assim sucessivamente, porque tristezas não pagam dívidas.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
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