Que governo é este que António Costa apresentou ao país? Com a devida vénia aos analistas, a melhor resposta veio do governador do Banco de Portugal. Crescimento económico para este ano? Será menor do que se previa. Inflação? Vai ser o dobro. E se os efeitos da guerra na Ucrânia se prolongarem e aprofundarem, será sempre a descer (o crescimento) e a subir (a inflação). Se juntarmos ao pacote a anunciada ‘austeridade’ do BCE na compra de dívida pública, começamos a ver os próximos anos com outras lentes.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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