A falta de dinheiro é a raiz de todos os males" não pertence às frases mais conhecidas de Mark Twain. Trata-se, porém, da que melhor se aplica à situação portuguesa, com o país pendurado na expetativa da bazuca financeira da União Europeia. Os problemas que nos afligem vêm do facto da dívida pública se encontrar acima dos 130% do PIB, previstos no Orçamento para o próximo ano, e faltar fôlego para assumir mais empréstimos. Apesar de estar suspenso o limite de 3% no défice dos países do euro, a dolorosa experiência da ‘troika’ é demasiado recente e recomenda cuidadosa contenção. As consequências são gritantes.
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