Vai por aí (nos EUA e cá também) grande clamor contra o “cancelamento” (ou seja, o despedimento de empresas, jornais ou canais de televisão) de pessoas que manifestaram regozijo pela morte de Charlie Kirk, ou então o consideraram responsável pelo seu próprio assassinato, devido às ideias que defendia (numa nova versão do “estava mesmo a pedi-las”). E o clamor está certo. Mostrar satisfação pelo assassinato de alguém pode até certo ponto ser lido como “incitamento à violência” e, portanto, passível de proibição, mas a conversa de responsabilizar o próprio pelo seu assassinato é legítima, por idiota que seja.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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