Vai por aí (nos EUA e cá também) grande clamor contra o “cancelamento” (ou seja, o despedimento de empresas, jornais ou canais de televisão) de pessoas que manifestaram regozijo pela morte de Charlie Kirk, ou então o consideraram responsável pelo seu próprio assassinato, devido às ideias que defendia (numa nova versão do “estava mesmo a pedi-las”). E o clamor está certo. Mostrar satisfação pelo assassinato de alguém pode até certo ponto ser lido como “incitamento à violência” e, portanto, passível de proibição, mas a conversa de responsabilizar o próprio pelo seu assassinato é legítima, por idiota que seja.
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Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
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