O regresso de Pedro Nuno Santos ao seu lugar de deputado na semana passada fez o parlamento português viver cenas de histeria reminiscentes do concerto dos Beatles no Shea Stadium ou das prédicas do bispo Edir Macedo, da IURD, no Cinema Império. Toda a gente, dos deputados aos jornalistas, queria ver o ungido, toda a gente lhe queria tocar. A pergunta inevitável do cidadão comum é: porquê? De onde vem isto?
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