O regresso de Pedro Nuno Santos ao seu lugar de deputado na semana passada fez o parlamento português viver cenas de histeria reminiscentes do concerto dos Beatles no Shea Stadium ou das prédicas do bispo Edir Macedo, da IURD, no Cinema Império. Toda a gente, dos deputados aos jornalistas, queria ver o ungido, toda a gente lhe queria tocar. A pergunta inevitável do cidadão comum é: porquê? De onde vem isto?
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Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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