O novo unanimismo da bolha mediática é dizer que os discursos de Marcelo Rebelo de Sousa e Lídia Jorge no 10 de Junho foram formidáveis. Alguém teria de dissidir. Cá vai. Antes de mais, os comentadores gostaram da parte dos discursos sobre a situação política actual. Mas os discursos foram longos, sobretudo o de Lídia Jorge, espraiando-se ambos por considerações escolares sobre história de Portugal e Camões, muitas vezes superficialmente, e até com factos errados. Seja como for, indo à parte de que a bolha gostou, não é interessante nem produtivo ouvir o enésimo ralhete sobre o presumível racismo dos portugueses e a enésima mortificação pelo seu passado esclavagista.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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